sábado, 24 de janeiro de 2009

Sail Away, Rasmus

No passado
Nós tínhamos muito pelo que lutar
Nós tínhamos um sonho, nós tínhamos um plano

Faíscas no ar
Nós espalhamos muita inveja
Não tínhamos que nos importar
No passado

Lembre-se de quando eu jurei que
Meu amor é eterno
E você e eu nunca morreremos
Lembre-se de quando eu jurei
Nós tínhamos tudo
Nós tínhamos tudo

Vou navegar para longe
É hora de partir
Dias chuvosos são para você guardar
Vou desaparecer
A noite está chamando meu nome
Você ficará
Eu navegarei para longe

No passado nós costumávamos acender velas
Nós tínhamos um lugar para chamar de lar
O sonho que nós vivíamos
Era mais que divino
Todo dia era como um presente
No passado

Lembre-se de quando você jurou que
Seu amor é eterno
E você e eu nunca morreremos
Lembre-se de quando você jurou
Nós tínhamos tudo
Nós nunca cairíamos

Vou navegar para longe
É hora de partir
Dias chuvosos são para você guardar
Vou desaparecer
O crepúsculo está chamando meu nome
Você ficará
Eu navegarei para longe

Não há razão para mentir
Não preciso fingir
Eu sou grato por morrer
Para mais uma vez viver de novo
Eu não tenho medo de voar
E alcançar o fim
E alcançar o fim

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Confessions ;

eu estava a um metro do chão, ofegante, tentando fazer as mãos do meu pai soltarem a minha garganta.
eu olhei nos olhos dele e me perguntei se os meus pés jamais voltariam a pisar no chão.

voce já foi atingido com tanta força que o seu corpo foi parar longe ?
todos nós caímos em algum ponto da vida.
é assim que voce aprende a recuperar-se.
esse é o desafio de verdade. não é?

eu sempre vivi no meu próprio mundo.
aprendi que há luz até mesmo nos lugares mais escuros.

nao posso culpar o meu pai por nada
não dá para esperar que outros façam de voce alguem feliz
mas no fundo eu sei q ele me amava .

Confessions ;

teve uma época que eu sofria tanto que eu queria tirar aquele sofrimento de dentro de mim.
eu cortei os meus braços,
mas não para me matar
eu não quero morrer
Sei que tenho sorte de estar neste planeta
eu cortei os meus braços para que a dor física
superasse a dor que estava me comendo por dentro.
nada foi apagado.
eu vivo com o meu passado reprimido bem no fundo de mim mesmo
esso vêm como uma explosão...
e me invade
acredito que somos mensageiros na terra
acredito em anjos
sou abençoado por Deus, por dizer a mim mesmo que sofri o tanto que sofri para me tornar quem eu hoje sou

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

O começo

Era uma vez uma garota
Que com pouca idade teve que aprender
Como crescer vivendo numa guerra que ela chamava de lar
Nunca soube onde procurar abrigo na hora da tempestade

Me machucava ver a dor no rosto da minha mãe
Toda vez que o punho do meu pai vinha
Colocá-la em seu devido lugar
Ouvindo toda a gritaria eu chorava em meu quarto
Esperando que aquilo acabasse logo

As feridas cicatrizaram papai, mas a dor continua a mesma
E ainda me lembro como você me mantinha amedrontado
Forte é minha mãe por todo o amor que ela deu
E todo dia quando acordo olho pro passado
Estou bem

Eu regularmente me pergunto por que carrego toda essa culpa
Quando foi você quem me ajudou a construir estas paredes que contrui?
Sombras passando a noite por uma fresta na porta
Ecos de uma criança machucada gritando: "Por favor, chega"

Papai, você não percebe o estrago que fez?
Para você é apenas uma lembrança
Mas para mim ainda está vivo

As feridas cicatrizaram papai, mas a dor continua a mesma
E ainda me lembro como você me mantinha com medo
Forte é minha mãe por todo o amor que ela deu
E todo dia quando acordo olho pro passado

Não é tão fácil esquecer
Todas as marcas que você deixou no pescoço dela
Quando fui jogada escada fria abaixo
Todo dia ter medo de voltar para casa com pavor do que poderia ver

As feridas cicatrizaram papai, mas a dor continua a mesma
E ainda me lembro como você me mantinha com medo
Forte é minha mãe por todo o amor que você deu
E todo dia quando acordo olho pro passado
Estou bem...

Estou bem...

poema *O*

Leandro Lestrange diz:
aqui nessa cadeira de computador
que se localiza ao lado do corredor
reclamando de uma simples dor
sendo que o flaveo sofre de amor
e assim isso se torna menor
pois eu quero que tu saiba que eu te desejo sempre o melhor <3

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

mixture of melodies

Existem dias em que tudo está bem
Até que, de repente, algo acontece e tudo fica tão difícil de se suportar
Com toda essa fama, eu sinto vergonha as vezes

Você é que você é
Você é bonito
De todas as maneiras
Você é o que você é
Não importa o que eles dizem
Palavras não vão te fazer cair

Para todos os meus amigos
Eu sou delirante
Tão consumido pelo meu destino
Sempre tentando cobrir aquele vazio que toma conta de mim
[Os pedaços se foram, deixando o quebra-cabeça sem fazer]
Os motivos vão embora, assim como alguns sonhos que já me abandonaram
Vivendo apenas pela possibilidade dos desejos poderem se tornar reais
Machuco quem eu amo, e quem eu nao amo, ignoro, pois é como se nao existisse

A cada dia fica mais difícil respirar
Eu tento fugir, mas meu corpo pensa em ficar
Procuro por novas possibilidades
Mas algo diz que nada vai mudar
De tanto cair após tentar voar
Já me questiono se vale a pena lutar por algo
que parece não querer se concretizar

O que há de errado agora?
São sempre muitos problemas
E se em vez de vítima,
Sou eu o causador de tudo isso ?
Talvez eu não me conheça,
Ou não queira parar com tudo isso

Por vezes sou controverso,
Por vezes sou correto,
Sempre tentando coisas novas,
Por vezes repetindo velhos erros.
Escrevo sobre os momentos,
Instantes com razão desconhecida.
Começo com uma música,
Pra depois terminar com a minha melodia.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

estou me sentindo invisível pra você

sou apenas um garoto que você escolheu para ocupar o lugar de alguém?
você me amava, me abraçava
mas não era o caso
nada estava bem
fiquei chorando sozinho
esperando lá fora com o olhar perdido
foi quando eu decidi
pq deveria me importar?
voce nao estava lá qdo eu senti medo
eu me senti mto sozinho
estou começando a viajar,
perdendo a noção
e estou nessa sozinho


Losing Grip - Avri Lavigne